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Postado por em 27/06/2017 em Postagens | 0 comentários

O amor e suas dores

O amor e suas dores renderam muito trabalho para poetas e músicos! Mas e na vida real, o que é de fato a dor do amor profundo?

O amor e suas dores
Quem ama, está sujeito a sentir dores e isso independe da pessoa ser correspondida ou não, de estar em um relacionamento saudável ou não. Há o medo de perder a pessoa amada, os ciúmes, as brigas onde são ditas coisas horríveis e que realmente magoam,ataques gratuitos, traições, morte.

O choro, a dor (inclusive a física), são algumas das reações comuns e embora todas elas sejam naturais e necessárias para proporcionar que você vire a página do problema ou mesmo do relacionamento, há outras dores que podem ser bem mais complexas.

O romance

Certas ideias sobre romance foram disseminadas na nossa sociedade durante gerações. Ideias sobre o papel de cada um dos gêneros. Ou seja, pasteurizou-se o romance, generalizando-o como se ele devesse ser o mesmo para todas as pessoas diferentes do mundo.

Por exemplo, se o ideal de par romântico para as mulheres é um homem bonito e bem sucedido financeiramente, essa ideia pode estar tão enraizada na mente delas que elas podem até mesmo se submeterem a uma relação triste e que não a satisfaz e por isso vai  insistir num relacionamento que traz mais dor do que amor.

Ciúmes
O ciúme é um dos fatores que mais atrapalham relacionamentos. O ciúme pode facilmente escalar a níveis de paranoia. Alguns parceiros chegam a bisbilhotar gavetas, e-mail, celular, chegando ao cúmulo de contratar detetives particulares para seguir o parceiro.

E se a suspeita for infundada, pode gerar um sentimento profundo de indignação por parte da pessoa que está tendo sua fidelidade questionada. E o ciumento? Esta pessoa não tem paz, vive constantemente em alerta, se sentindo humilhado por antecipação e vivenciando sentimentos de raiva, mágoa e tristeza. O ciúme doentio pode levar a consequências mais graves do que o rompimento do casal: são comuns casos de violência, principalmente contra a mulher.

SOZINHO

“Que mérito há em amar os que nos amam?”
A frase acima é de Eça de Queiroz. Amar e não ser amado é algo comum, é um fato da vida, mas como lidar? Algumas pessoas tentam esquecer e partir para outra, outros insistem por um tempo e outros insistem. E insistem. E insistem.

Pergunto: será que vale a pena? Até que ponto devemos insistir em algo ou alguém que já demonstrou de todas as maneiras que não tem interesse em reciprocar o sentimento? Você perde oportunidades de viver sua vida porque se concentra em uma só coisa e continua sofrendo.

Fixação pelo outro
Amar é querer estar sempre junto, certo? Às vezes esse “sempre”pode ser demais! Algumas pessoas desenvolvem uma verdadeira obsessão pela pessoa amada e passam a segui-las para todo lugar, algo especialmente comum quando não é correspondida ou quando o relacionamento foi rompido sem seu consentimento. Passa-se então a seguir a pessoa, enviar mensagens com ameaças de violência contra si mesma ou contra a pessoa amada. É o chamado “stalking” e no Brasil, assim como na maioria dos países, é crime, podendo ser motivo de prisão.

Será que é amor?
>Quando o amor dói além da conta, vale a pena perguntar: será mesmo que é amor? Quando há mais dor do que prazer e quando o relacionamento ou o sentimento está ameaçando a integridade física e/ou mental das pessoas, é hora de reconsiderar os motivos de você estar nesse relacionamento ou insistindo em um relacionamento que não existe.

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