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Postado por em 14/07/2016 em Postagens | 0 comentários

Crenças limitantes

Desde o instante em que nascemos até alcançarmos a vida adulta, somos completamente influenciados pelas pessoas que estão ao nosso redor, como os nossos pais, nossos irmãos, nossos avós e amigos do colégio ou do bairro.

Aprendemos a desenvolver o nosso intelecto e a nossa mente observando essas pessoas e, consequentemente, absorvemos algumas crenças delas ou que elas mesmas nos ensinaram.

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Como agem os padrões sociais

Isso vai formulando nossas percepções sobre a realidade dentro da nossa mente, o que nem sempre condiz com o mundo verdadeiramente real. Um pai que diz ao seu filho quando criança que ele é um fraco por estar chorando, ou uma mãe que ensina a sua filha que ela só pode brincar com bonecas porque no futuro viverá para servir e criar os filhos, esses são bons exemplo de quão limitantes podem ser as crenças que absorvemos das outras pessoas. É dessa forma que as crenças limitantes são lapidadas dentro de nós mesmos.

Quando essas crenças que nos foram ensinadas nos trazem resultados ruins sobre algum acontecimento, sobre alguma coisa ou nos fazem enxergar coisas ruins no que pensamos ou fazemos, são acumuladas imagens nada positivas sobre nós mesmos e outras pessoas. As nossas crenças são o grande fator que nos manipulam, desde nossas ações até o que pensamos e sentimos, e não os fatores externos. Tanto é que para uma pessoa realmente mudar, é preciso desconstruir suas crenças limitantes e não forçar um determinado comportamento para que ela mude.

O que ‘pode’ e o que ‘não pode’?

Um homem que foi ensinado desde criança que não pode chorar, não pode brincar de bonecas, não pode gostar de rosa e que deve tratar as mulheres como objetos é um bom exemplo disso.

Ele, quando adulto, não irá parar de ser machista só porque vamos forçá-lo a lavar a própria louça ou fazê-lo usar uma camisa rosa; é necessário conversar profundamente com ele, mostrar os motivos pelos quais pensar dessa forma é errado, o quanto isso faz mal para uma mulher, que não é um ser inferior; guiar o caminho para ele seguir.

De nada adianta mudar o comportamento se a mentalidade continua a mesma, não é?

O masculino e o feminino como crenças limitantes

São pontos que, às vezes, precisam de outras pessoas para nos fazer mudar de pensamento. E fazer um homem que desde pequeno foi ensinado a ser machista e misógino mudar a sua percepção sobre si mesmo, sobre as mulheres e sobre o mundo, é uma ótima forma de quebrar um tipo de crença limitante.

Uma crença limitante é tudo aquilo que acreditamos com todo o nosso ser que é certo, que é verdade, que nunca poderá ser alterado (por exemplo, o homem acreditar que chorar e demonstrar seus sentimentos é coisa de “mulherzinha”).

Ajuda profissional contra crenças limitantes

Quando não conseguimos mandar para longe nossas crenças limitantes por conta própria e não temos ajuda de outra pessoa próxima para fazer isso, buscar um profissional como psicólogo ou psicanalista pode ser de grande ajuda, pois, além de identificar nossas crenças limitantes e nossas inseguranças, esse profissional ainda pode nos guiar para um autoconhecimento que nos faça trilhar o caminho de como mudar e repensar todas as certezas que tínhamos.

Afinal, não é porque uma pessoa lhe disse que você era incapaz que você realmente o é, não é porque alguém o ensinou que seu destino sempre será ser ou fazer tal coisa que isso sempre será assim e não é porque algo deu errado uma vez que sempre que você tentar de novo, dará errado novamente.

As pessoas e as circunstâncias não determinam a sua vida, quem determina a sua vida é você mesmo! Por isso o autoconhecimento é uma ótima forma para descobrir quem você é e quem você deseja ser: trabalhar os nossos pontos positivos e sempre tentar acabar com os negativos pode fazer as nossas crenças limitantes lentamente irem embora.

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